Mostrando postagens com marcador Clezivaldo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Clezivaldo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Dia das Crianças 2009


A Igreja Adventista dos Sétimo Dia – Movimento de Reforma de União dos Palmares com o objetivo de evangelizar crianças e assim alcançar as famílias realizou uma conferencia infantil com o tema “Ser uma criança como Jesus” entre os dias 10,11 e 12 de Outubro, um final de semana repleto de música, mensagens, alegria e adoração, esteve presente conosco no Domingo, (11) o pastor Ivan Lima.


No último sábado 10 de Outubro iniciou um Projeto em Comemoração ao Dia das Crianças comemorado no Brasil no dia 12 de Outubro, com o tema: “Ser uma Criança como Jesus”.


O evento começou no sábado, dia 10 na Rua Alfredo do Vale, no bairro Roberto Correia de Araújo em União dos Palmares, estiveram presentes mais de 60 crianças além dos pais, e dos visinhos que ficaram em suas calçadas assistindo e observando a programação.

Foram distribuídos brindes, lanche, além de muita alegria, música e mensagens, no final foi exibido o filme, “O menino Jesus na páscoa” em desenho animado, as crianças ficaram animadas e atentas às imagens exibidas no data-show.


Para os pais foi uma iniciativa que faltava, pois além de diversão as crianças aprendem princípios fiéis à palavra de Deus que elas seguirão e se lembrarão por toda a vida.


No dia 11 foi a vez da comunidade do bairro Nossa Senhora de Fátima, (vaquejada) uma região muito carente do município, que foi contemplada com a programação dos irmãos reformistas de união dos palmares, e foram distribuídos distribuir muito bolo e refrigerantes, brincadeiras, e muita alegria.


Na segunda-feira (12) foi realizado a noite final da programação no bairro Costa e Silva, na travessa Alto do Cruzeiro, localidade que antes possuía um salão da igreja, e a comunidade participou ativamente da note de festa para as crianças, mais de 70 crianças além de muitos pais, e os visinhos que assistiram toda a programação, totalizando cerca de 90 pessoas atendidas nesta noite.


Para honra e glória de Deus, no município de União dos Palmares, Alagoas, foram evangelizadas com a mensagem de salvação, mais de 500 pessoas em três bairros diferentes, foi um importante momento para o grupo do movimento de reforma em união dos palmares.


segunda-feira, 1 de junho de 2009

A Bíblia é machista?

Gostaria de saber a razão para a ordem de Paulo em 1 Coríntios 14:34, 35. Será que a mulher não pode falar na igreja? – W.

Os versos 34-36 de 1 Coríntios fazem parte da seção sobre a ordem no culto (14:26-40), e devem ser analisados à luz desse contexto. Ao olharmos essa seção, podemos ver o que estava perturbando a adoração pública na igreja de Corinto: (1) muitas partes e muitos oradores em um mesmo culto – 14:26; (2) diversas pessoas falando em línguas estrangeiras, ao mesmo tempo e sem intérprete – 14:27, 28; (3) vários profetas tentando transmitir sua mensagem, e todos ao mesmo tempo – 14:29-33; e (4) mulheres falando e perguntando durante o culto – 14:34, 35.

Reconhecemos que poucos versos bíblicos têm causado tanta discussão quanto esses, dirigidos à igreja de Corinto. Mas devemos estar certos de uma coisa: quando Paulo fala contra determinada prática na igreja é porque a mesma estava sendo prejudicial à comunidade cristã. E esse é o caso das mulheres falarem na igreja de Corinto.

Como se sabe, as mulheres no tempo de Paulo não falavam em público. Elas não deviam falar em público nem mesmo com o marido.

Então, o evangelho chegou à importante cidade de Corinto e muita gente se converteu, inclusive mulheres. Parece que elas interpretaram mal as palavras de Paulo de que “onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (2Co 3:17), e acharam que essa liberdade cristã lhes dava o direito de romper com os costumes aceitos pela sociedade em que viviam.

Essa prática de mulheres falarem no culto, nos dias de Paulo, era considerada “indecorosa” ou “vergonhosa” (14:35) “porque os costumes dos gregos e judeus ordenavam que as mulheres se retirassem quando se discutiam assuntos públicos. A violação desse costume era considerada uma desonra e estava trazendo vergonha para a igreja” (F. D. Nichol, Comentario Bíblico Adventista del Séptimo Dia, v. 6, p. 788).

As mulheres eram tidas em baixa conta, não só entre os gregos, mas também entre os judeus. “Muitos rabinos duvidavam que as mulheres tivessem alma. Se um escravo do sexo masculino podia ler as escrituras na sinagoga, uma mulher judia não tinha permissão para tanto. Nenhuma mulher podia frequentar as escolas de teologia. Na realidade, os rabinos afirmavam: ‘É preferível queimar a lei a ensiná-la a uma mulher!’” (R. N. Champlin, O Novo Testamento Interpretado, v. 4, p. 230).

Quando Paulo diz que às mulheres “não lhes é permitido falar; mas estejam submissas como também a lei o determina” (14:34), ele tem em mente a lei mosaica como um todo, especialmente Gênesis 3:16 e Números 30:8-12, passagens que fazem a mulher depender totalmente do marido, por estar sujeita a ele.

1 Coríntios 14:35 diz que, se a mulher quisesse aprender alguma coisa, perguntasse em casa ao marido. O fato é que nas sinagogas os homens podiam disputar, dialogar e fazer perguntas, as mulheres não. Fazer isso seria considerado ousado demais para os costumes dos judeus e gregos da época de Paulo.

Palavras tão enfáticas quanto às de 1 Coríntios 14:34 e 35 são as de 1 Timóteo 2:11 e 12: “A mulher aprenda em silêncio, com toda a submissão. E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade de homem; esteja, porém, em silêncio.” A sociedade daquele tempo esperava que o homem ensinasse e a mulher aprendesse. Pelo visto, se uma mulher pretendesse ensinar, isso seria considerado como desempenho de um papel masculino e uma usurpação em relação ao papel do homem (O Novo Testamento Interpretado, v. 4, p. 231). É nesse contexto que as palavras do apóstolo Paulo devem ser entendidas, e não à luz dos costumes de hoje, especialmente nos países ocidentais, onde as mulheres atuam, praticamente, em todas as áreas, e isso não é considerado “vergonhoso”, nem “indecente”.

O problema em Corinto parece que tinha mais que ver com a fala das mulheres no culto público. Elas deviam ficar caladas “na igreja” (14:34), pois, pelo que podemos perceber ao longo das páginas do Novo Testamento, elas poderiam falar em reuniões particulares, até mesmo ensinando, como aconteceu com Priscila, que, juntamente com o marido Áquila, ensinou, com mais exatidão o “caminho de Deus” a Apolo (At 18:24-26). Também digno de menção é o nome de Febe, diaconisa de Cencréia, um porto de Corinto, provável portadora da epístola de Paulo aos Romanos (ver Rm 16:1). O fato de ela ser uma “diaconisa” (no grego diákonos) pode indicar sua participação ativa, usando a voz na pregação do evangelho, tal como os diáconos escolhidos pela igreja em Atos 6, dentre os quais se destacam Estêvão, que pregava o evangelho com palavras cheias de sabedoria e poder do Espírito Santo (At 6:10) e Filipe, o evangelista (At 8:4-8; 21:8), cujas quatro filhas eram profetisas (At 21:9).

E hoje, como aplicar as palavras de Paulo quanto ao silêncio das mulheres no culto público? Como os tempos mudaram e a situação das mulheres na sociedade também (ao menos nos países ocidentais), devemos atentar agora ao princípio que está contido nas palavras do apóstolo aos gentios, que é o de se buscar a decência e a ordem (1Co 14:40) em tudo quanto fizermos, especialmente no culto, “pois Deus não é Deus de confusão” (1Co 14:33). E isso vale tanto para as mulheres quanto para os homens.

E, por último, uma palavra de apreço às mulheres por sua inestimável atuação em todas as áreas, especialmente às professoras (de ensino religioso, na igreja, e de matérias seculares, nas escolas) e outras que lideram departamentos da igreja, que usam a voz para abençoar os membros do corpo de Cristo e à comunidade em geral.

(Ozeas Caldas Moura, doutor em Teologia Bíblica e editor na Casa Publicadora Brasileira.)

domingo, 29 de março de 2009

PROGRAMA PARA O CULTO JOVEM REFORMISTA

Deus Sempre Envia Seus Esquilos

Objetivo: Fazer todos perceberem que o mesmo Deus que fez maravilhar no passado não mudou e está pronto a fazer o mesmo por nós.

Momentos de louvor:

Hino inicial:

Oração inicial

Introdução:

David Brainerd, missionário para os índios, em uma de suas muitas jornadas para visitar uma tribo, foi colhido por uma forte tempestade.

Ele procurou um lugar para se abrigar e por fim encontrou um tronco oco de uma árvore muito grande. Enquanto esteve ali, orou pelos índios que estava indo visitar, pedindo que Deus cuidasse de todas as suas necessidades. Ele não tinha nada para comer e com o passar das horas, sentiu fome. De repente um esquilo se aproximou da árvore. Bateu os dentes por alguns instantes e logo desapareceu. David notou que ele deixou algumas nozes para trás. O missionário comeu aquelas nozes. A tempestade durou três dias e o missionário permaneceu ali. Todos os dias o esquilo vinha e depositava algumas nozes na entrada.

David Brainerd sabia que o esquilo havia sido enviado por Deus.

Em Deuteronômio 31:6 diz: "...o Senhor vosso Deus é quem vai convosco. Não vos deixará, nem vos desamparará"

Como é maravilhoso saber que Deus jamais deixa de cuidar de Seus filhos Ao logo de toda a bíblia vemos histórias surpreendentes de pessoas na qual Deus cuidou, protegeu e abençoou. Logo no J.A de hoje vocês viajaram nas páginas da bíblia a muito tempo atrás para ver as maravilhas que Deus operou na vida de cada um deles, pois todas as vezes que o diabo dizia a alguém: "é o fim". Deus dizia "É o começo!".

Concurso:

Mensagem musical: Clama a Deus. (Julia Camilo)

(APRESENTADOR)Todas as vezes que o diabo dizia a alguém: " é o seu fim". Ali, na verdade, era o começo dos melhores dias e das melhores vitórias. Por exemplo:

(Convidado 1) O diabo disse a José do Egito, na cisterna do deserto: "é o seu fim!", e Deus disse: é o começo José. Ser o governador de todo o Egito, te espera".

(Convidado 2) O diabo disse para Moisés no deserto de Sim: "é o seu fim!", e Deus disse: é o começo Moisés, transformar-te-ei no libertador do meu povo"

(Convidado 3) O diabo disse á Radassa no tempo da escravidão. "é o seu fim!", e Deus disse: é o começo Radassa, você será Éster a rainha dos Medos e dos Persas e livrará seu povo da maldade dos seus inimigos!

(Convidado 4) O diabo disse a Sadraque, Mesaque e Abede-Nego na fornalha: "é o fim!", e Deus disse: é o começo meus jovens valorosos, todos verão o grande livramento da fornalha ardente e vocês serão grandes governadores em Babilônia.

(Convidado 5) O diabo disse a Daniel na cova dos leões: "é o seu fim!", e Deus disse: é o começo taparei a boca dos leões e suas histórias e visões mudaram o mundo

(Convidado 6) O diabo disse a Jonas, na barriga de um grande peixe: "é o seu fim!", e Deus disse: é o começo, Nínive será salva Jonas, através de sua pregação!".

(APRESENTADOR) Estes são apenas alguns personagens da bíblia que Deus com seu infinito poder e misericórdia transformou as maldições de satanás em bênçãos.

Concurso infantil:

Entrevista: (escolher um irmão da igreja com antecedência sem que ele saiba peça fotos do mesmo para o parente mais próximo de quando ele era mais novo e faça uma exposição com as fotos. Para a entrevista providencie um suco numa jarra bonita e dois copos , um para o entrevistado e o outro para o entrevistador)

(APRESENTADOR) Vocês podem estar pensando: "Estas histórias aconteceram há tanto tempo, será que hoje Deus faz o mesmo?".

Bem além da história de David que ouvimos em nossa introdução temos muitas outras que acontecerão aqui bem mais perto de nós querem ver:

(COLOCAR DOIS OU TRÊS IRMÂOS PARA CONTAR ESPERIENCIAS ESPECIAIS).

Conclusão: O J.R de hoje quer mostrar para vocês que sejam quais forem as dificuldades, Deus sempre providencia a solução. Mesmo que as circunstâncias nos levem a pensar que poderemos sucumbir, Ele chega e, com muito amor, estende as mãos para nos ajudar. Ele sempre tem um "esquilo" para enviar e nos socorrer.

Se enfrentamos lutas com enfermidades, Ele vai enviar algum esquilo para nos abençoar. Se o problema é financeiro, um outro esquilo será encarregado de nos acudir. Se nos sentimos tristes e solitários, um esquilo especial surgirá para alegrar os nossos dias.

O que deve estar bem claro para nós é que o Senhor nunca nos desamparará.

A nossa fé não pode, jamais, perder a esperança. Ele está junto a nós, sempre esteve,jamais se afastará.

Os estoques de esquilos e nozes do Senhor duram para sempre.

Não existe nenhuma tempestade que possa impedir que os esquilos espirituais e as nozes de bênçãos cheguem para todos aqueles que confiam plenamente na provisão do Senhor.

Ah! e não se esqueça colocar-se nas mãos de Deus e confiar nele é nosso dever como

receptores destas bênçãos e cuidados Divinos.

Mensagem musical: Deus do Impossível (Iveline ou Aline Barros)

Oração final:

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Programa Jovem


Neste sábado dia 13 de Setembro começa pela igreja de Artur Alvin, o programa jovem Classe Jovem, que visa integrar a juventude da igreja nas atividades religosas, sendo trasmitida inicialmente pela sala de vídeo do chat, no link mais abaixo...

Que Deus possa ser louvado com esta iniciativa e projeto, e que muitos jovens possam ser alcançados com Classe Jovem e que outras igrejas possam copiar a idéia justa, para assim integrar a juventude e os juvenis em seus movimentos e programas.

Fica aqui registrado os nossos sinceros desejos de sucesso e vitórias para os irmãos e irmãs da Igreja de Artur Alvin, para que se esforcem muito mais pra anunciar que nosso Rei Vem! e não tarde voltar!

http://www.iasdmr-arturalvim.org/

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Ambiente planejado

Algum tempo atrás recebi um e-mail da leitora.

Vanessa Catilho, de Blumenau, SC, chamando atenção para uma matéria veiculada no programa Fantástico do dia 28 de janeiro. A reportagem falava sobre o estado caótico dos mares da Austrália e que as algas não estão conseguindo sobreviver, estão mudando de cor (ficando esbranquiçadas, enquanto que anos atrás eram muito coloridas), pelo seguinte motivo: a mudança do pH da água (muito ácido, atualmente, devido ao desequilíbrio ambiental).



Vanessa diz que ficou “matutando” a respeito disso, e concluiu: “Como seria possível que em um meio precário (mais básico ou mais ácido) esses e outros organismos pudessem ‘evoluir’? Se as algas não conseguem, hoje, sobreviver naturalmente com essas mudanças, como pode alguma coisa ter dado certo num mundo onde nada estava ‘programado’ para existir? Pelo que acho, se elas não conseguem sobreviver hoje, significa que não vão evoluir, se adaptar ao meio, tal como não evoluíram. Concluo, então, que foram criadas.





Significa que a própria natureza, aquela que teria dado origem a tudo, não tanta capacidade para se regenerar. Acho que o mundo está rumando para o fim, de acordo com o que Jesus disse: ‘Eis que crio novos céus e nova Terra... as primeiras coisas já passaram... e o mar já não existe.’” E ela termina: “Se o pH precisa ser absolutamente exato para que as algas sobrevivam, então, Alguém deve ter estabelecido essa precisão para que elas pudessem se desenvolver e sobreviver.”


Obrigado e parabéns, Vanessa, por ousar pensar de forma diferente.

O Nascimento do universo


Não é novidade a falta de critério de algumas publicações quando o assunto é a controvérsia entre o Cristianismo e a Ciência Naturalista.


[1] O que avulta é o destaque que as reportagens sobre essa controvérsia (que, mormente, são tendenciosas a favor de uma concepção evolucionista de origem da vida) vêm ganhando. A revista Veja, que já teve diversas reportagens contestadas por criacionistas e proponentes do design inteligente, abre mão da objetividade e do dever de informar para aumentar os preconceitos existentes em relação aos postulados tanto do Criacionismo (de viés filosófico) quanto do Design Inteligente (de caráter científico)


[2], quando dedica, em sua última edição, diversas páginas a promover deliberadamente o avanço da ciência como estando próximo de prover uma explicação definitiva da origem da vida.Iremos discutir, de forma sucinta, algumas declarações feitas no primeiro dos artigos públicados pela Veja, intitulado “No início era…”


[3] O próprio título evoca a expressão que abre o livro bíblico de Gênesis. Adiante, complementando a frase, o articulista segue de forma presunçosa: "...um ponto minúsculo que concentrava toda energia do cosmo. Tentar entender como daí nasceu o Universo levou a humanidade à sua mais extraordinária aventura intelectual, que chega ao ápice neste mês."


[4]A forma de apresentar os pressupostos científicos sem qualquer questionamento, como se fossem verdade comprovada e inquestionável, desconsidera o que o físico brasileiro Marcelo Gleiser já fez notar, quando afirmou: "Um dos meus objetivos é aproximar da nossa vida a ciência, mostrando como ela é produto do ambiente cultural e emocional em que é criada."


[5] Em outros termos: assim como os demais ramos do conhecimento humano, a ciência também é afetada pelos pressupostos dos que estão envolvidos com suas atividades. No caso da prática científica atual, qual seria então a visão que lhe alicerça? O próprio Gleiser responde: "Sendo uma fiel herdeira do monismo grego, a ciência também almeja atingir um estado de perfeição racional, embora seja claro para os seus praticantes que a verdadeira perfeição é uma abstração impossível de ser atingida."


[6]Conforme o exposto por Gleiser, cai por terra a idéia de que a Ciência lida com conhecimento objetivo – ela também é afetada por pressupostos e preconceitos humanos. Se fossem adotados outros pressupostos, a direção das pesquisas feitas e os próprios resultados seriam drasticamente outros. O polêmico Michael Behe sentencia: "...O compromisso filosófico de alguns indivíduos com o princípio de que nada existe além da natureza não deve ter permissão de interferir em uma teoria que flui naturalmente de dados científicos observáveis. Os direitos dessas pessoas de evitar uma conclusão sobrenatural devem ser escrupulosamente respeitados, mas tampouco se deve admitir que sua aversão ao transcendente tenha o caráter de decisão final."


[7]De forma contrassensual, a reportagem de Veja vai introduzindo questionamentos que lembram os que o DI costuma levantar: "Que forças calibraram o ritmo de expansão do Big Bang para que a Terra se acomodasse justamente na terceira órbita desse sol generoso e estável? Ninguém sabe ao certo."


[8] É pura e simplesmente uma questão de cegueira voluntária deixar de reconhecer que dificilmente nosso planeta teria se estabelecido em sua localização atual por força de um acaso bem sucedido! Tal idéia é um desafio a qualquer lógica.Na verdade, a reportagem não apresenta nada de novo, apenas repisa velhos preconceitos em nome de uma ótica tendenciosa, talvez porque polemizar ainda seja mais vendável do que apresentar responsável e imparcialmente os dois lados de um dos debates mais atuais que testemunhamos.


[1] Queremos deixar claro que não cremos em uma controvérsia natural entre Ciência e Religião, embora a mídia secular fomente a questão, alimentando uma chama fictícia. Há vários tipos de concepções religiosas, assim como várias acepções de ciência, o que a própria história do desenvolvimento e prática científica demonstra fartamente. O embate está entre as visões propostas pelo naturalismo científico e o cristianismo bíblico.

[2] Claro que entre o criacionismo e o DI há divergências; grosso modo, podem ser conciliados, como de fato alguns apologetas, cientistas e filósofos cristãos têm feito há décadas.

[3] Rafael Corrêa, “No início era…”, publicado na revista Veja, edição 2066, ano 41, nº 25, 25 de junho de 2008.

[4]Idem, p. 77.

[5] Marcelo Gleiser, O Fim da Terra e do Céu: o apocalipse na ciência e na religião (São Paulo, SP: Companhia das Letras, 2001), p. 11.

[6] Idem, p.33. O filósofo Francis Bacon, séculos antes, fizera declaração muito próxima à de Gleiser: “As ciências que possuímos provieram em sua maior parte dos gregos. O que os escritores romanos, árabes ou os mais recentes acrescentaram não é de monta nem de muita importância; de qualquer modo está fundado sobre a base do que foi alimentado pelos gregos.” Coleção “Os pensadores - Francis Bacon: Novum Organum ou verdadeiras indicações acerca da interpretação da natureza”(São Paulo, SP: Abril S.A. Cultural e Industrial, 1974), 2ª edição, p.40, axioma LXXI.[7] Michael Behe, A Caixa Preta de Darwin (Rio de Janeiro, RJ: Jorge Zahar editora1997), p.253.[8] Corrêa, p. 79.


(Douglas Reis, Questão de Confiança)


Marcadores: , ,

segunda-feira, 12 de maio de 2008


As abelhas nunca desprezam uma flor; nunca deixam de cumprir sua missão.
Trabalham desde que nascem até a sua morte. São faxineiras, cozinheiras, enfermeiras, guardas, operárias ou copeiras.
As campeiras voam sob o céu azul, beijando as flores e retirando delas, o néctar e o pólen. Elas vivem para servir!
Servir às larvas, à rainha á colméia e também ao homem, dando-lhe do fruto de seu trabalho, o mel! A vida das abelhas se parece com a de seu Criador: Deus!
Ele é um servidor por excelência!
Serve a cada uma de suas criaturas, protegendo, provendo o sustento atendendo às suas preces; ampara, conforta, e vela por elas!
Diferente das abelhas, Deus trabalha porque ama! A maior demonstração de servir por amor, foi Jesus.
Em sua breve existência aqui na terra, “não tinha onde reclinar a cabeça”. Fazia do trabalho do Pai “Sua Comida e Bebida”. João 4:34.

Morreu numa cruz por amor, para salvar! Se conhecermos a história de Jesus, aprendemos com Ele a AMAR e SERVIR!

Você já serviu a alguém hoje? Podemos fazer muito melhor que as abelhas!
Demonstre hoje o seu amor a alguém!
Comece com carinho, o sorriso, a cortesia, que sempre levam alegria e conforto a quem os recebe.
Cultive a alegria de SERVIR!



Colaboração de:
Sonia Rigoli Santos


Quer saber mais sobre este assunto?

Procure-nos.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Onde está o Crucificado?


Colocam-Me em oficinas e salões ao lado de inúmeras fotos de mulheres nuas sorridentes, mas infelizes. Estou também em consultórios onde represento apenas um símbolo preso à parede, já que ali praticam tudo, menos cristianismo. Penduram-Me em entidades de ensino onde "cristãos" se envergonham de pronunciar Meu nome, como se Eu tivesse traído Judas Iscariotes e não ele a Mim.
Põem-Me em clubes onde sou somente ornamentação; estou perto de balcões onde, à minha frente, desfilam bêbados e vagabundos. Colocam-me em salas de cinema onde passam filmes pornográficos para o faturamento do dono que é "cristão". Expõem-Me em associações onde apareço menos que todos. Penduram-me em templos que contrastam com Minhas vestes.
Põem-Me em hospitais que não recebem seres que Eu chamei de Meus pequeninos.Eu estou em paredes; Eu estou em pescoços; em vez de estar primeiro no coração.(Assim Voltamos ao Inferno, Neimar de Barros)
Marcadores: ,